quinta-feira, 4 de outubro de 2012

VIDEO: Compilação de Videos da Aviação de Caça da FAB - Muito Legal...

A TRILHA SONORA É TOP - Aviões e Rock !!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

EM 2012: VOE ALTO

Sonhe, busque... ame e reame! Deixe sua alma voar alto... pegar carona com os fogos coloridos.
Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também chegaraão ao céu. Irão se misturar as estrelas, irão penetrar no universo e voltarão cheios de energia para tornarem-se reais. Basta você querer, ter fé e nunca, NUNCA desistir deles !
E que seu ano seja, então, plenificado de bênçãos e realizações !!!

FELIZ 2012 !!   

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Daft Punk interstella 555

Asssita esse video é muito legal e também uma grande sacada comercial do Daft Punk, o video foi lançado em 2003 na verdade um anime japônes criado pelo famoso Autor japônes Leiji Matsumoto, criador de Patrulha_Estelar

Interstella 555 conta a história de uma banda e um executivo sem escrúpulos O executivo seqüestra um grupo extraterreste, de pele azul, uma banda de techno, roubá suas identidades, passá-las como seres humanos, e os apresenta ao público inocente na Terra. Após a sua chegada e seu impacto sobre a população humana, os membros da banda acabam descobrindo suas verdadeiras identidades, com a ajuda de um piloto de seu planeta natal e tentam escapar das garras do malvado executivo e voltar ao seu próprio mundo, mais várias surpresas acontecem. Não existe nenhum diálogo no videou inteiro a história é contada atráves da trilha sonora do Discovery trabalho do Daft Punk lançado em 2001 mais especificamente as quatro primeiras faixas:
"One More Time", "Aerodynamicy" "Digital Love" e "Harder, Better, Faster, Stronger"

Daft Punk interstella 555




Você pode fazer o Download do Álbum Discovery do ano de 2001 do Daft Punk aqui:

http://www.easy-share.com/1909028663/%5B2001%5D%20-%20Discovery.rar

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

www.greenpeace.org/brasil

No começo da década de 1990, o Greenpeace refletia sobre a necessidade de ampliar sua atuação em regiões de grande população e desafios ambientais. O Brasil estava no pacote. 

Quando o Brasil entrou para o mapa de países vítimas de ações internacionais predatórias, mal existiam ambientalistas no país. Com a realização da Eco-92 no Rio, quando mais de 180 países reconheceram os danos que causavam ao ambiente, o Greenpeace recebeu o empurrão que precisava para levantar o debate ambiental.

Foi durante o encontro, no dia 26 de abril, aniversário da explosão da usina nuclear de Chernobyl, que a tripulação do navio do Greenpeace Rainbow Warrior rumou para Angra dos Reis. Lá, 800 cruzes foram afixadas no pátio da usina nuclear, simbolizando o número de mortes ocorridas no trágico acidente na Ucrânia. O evento marcou oficialmente a inauguração do Greenpeace no Brasil.
 
 Fatos sobre o Greenpeace 
  - Em ação no mundo desde 1972.
- 3 navios nos oceanos.
- 40 escritórios:
  • - 2.000 funcionários.
  • - 3.875.000 colaboradores.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Fim de uma era


O ônibus espacial Atlantis completou nesta quinta-feira (21) sua última missão ao espaço e retornou à Terra, pousando no Cabo Canaveral, Flórida (EUA). A viagem marca o fim da era dos ônibus espaciais, que, no total, já viajaram 864.401.219 quilômetros em 20.952 órbitas da Terra durante 1.320 dias no espaço em 30 anos de operação o 1º vôo foi do ônibus espacial Columbia em 12 de Abril de 1981. Os ónibus espaciais viram as mudanças ocorridas no mundo do espaço, críticos do programa alegam que custaram demais e se a NASA tivesse continuado a investir o dinheiro no programa de foguetes hoje o homem já poderia ter chegado a Marte, mais o fato é que marcaram época e entram para a história como a 1º Espaço Nave reutilizável da história humana; Eu cresci assistido na Tv os lançamentos e as notícias sobre o ónibus espacial e , sempre quis ter uma miniatura do Columbia, até hoje não tenho acho que agora vou montar uma.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Assim Como Faroeste Cabloco, Eduardo e Mônica vai para os cinemas

Enquanto as atenções dos fãs de Renato Russo e da Legião Urbana estão voltadas para a adaptação de Faroeste Caboclo, a O2 Filmes de Fernando Meirelles surpreende a todos com a primeira foto oficial da adaptação de Eduardo e Mônica. Baseado em uma das canções mais famosas da banda, o filme vai narrar a história de amor entre duas pessoas completamente diferentes e que mesmo com tudo diferente, veio mesmo de repente uma vontade de se ver. E os dois se encontravam todo dia e a vontade crescia, como tinha de ser.Eduardo e Mônica é uma daquelas poesias românticas sobre o quanto o amor pode ser inexplicável e intenso, coisas que Renato Russo costumava colocar em suas composições.

Aproveitando que o álbum Dois está completando 25 anos em 2011, a produtora e o diretor Nando Olival (que em novembro lança Os Três) prepararam essa homenagem especial para comemorar a data. O filme Eduardo e Mônica deve entrar em cartaz no mês que vem. Faroeste Caboclo também deve estrear esse ano.

Fonte: Nort.Net

Trailer comercial da vivo exclusivo para Internet: 

Hérois do Brasil

Muitos voltaram para contar suas histórias. Outros Morreram para fâze-las
SINOPSE

Eles morreram em combate, na Itália, há 65 anos, em uma batalha desigual com as tropas alemãs, e, devido à grande bravura, foram reverenciados até pelos inimigos...

O mundo celebra os 65 anos do fim da II Guerra Mundial e os brasileiros têm muito que se orgulhar dos atos de bravura de três soldados mineiros. Geraldo Baêta da Cruz, então com 28 anos, natural de Entre Rios de Minas; Arlindo Lúcio da Silva, de 25, de São João del-Rei; e Geraldo Rodrigues de Souza, de 26, de Rio Preto, morreram como heróis em Montese, Itália, palco de uma das mais sangrentas batalhas do conflito com a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Integrantes de uma patrulha, os três pracinhas mineiros se viram frente a frente com uma companhia alemã inteira. Receberam ordens para se render, mas continuaram em combate “até o último cartucho”, como se diz na caserna. Metralhados em 14 de abril de 1945, receberam, em vez da vala comum, as honras especiais do exércio alemão.

Admirado com a coragem e resistência dos mineiros, o comandante mandou enterrá-los em cova rasa e pôs uma cruz e uma placa com a inscrição: Drei brasilianische helden, que em bom português significa “três heróis brasileiros”. Acabada a guerra, eles foram trasladados para o cemitério de Pistóia, na Itália, e depois para o Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro.

Muitos dos 25.334 brasileiros que foram à guerra podem ser considerados heróis, mas o trio ganhou o reconhecimento dos próprios inimigos, “o que os torna especiais”, explica o capitão Ary Roberto de Abreu, que coordena o bem-montado Museu da Associação Nacional dos Veterenos da Feb, no Regimento Tiradentes, em São João del-Rei, Campo das Vertentes, a 185 quilômetros de Belo Horizonte.
Blog oficial do Filme:  http://heroisofilme.blogspot.com/

SU-27 vs F-15 - Dogfight

sexta-feira, 15 de abril de 2011

10 Anos da Morte de Joey Ramones

A exatos 10 anos atrás em 15 de Abril de 2001 morria Joey Ramone, vocalista da lendária banda de punk Ramones. O músico, considerado por muitas gerações como ícone do rock, foi vítima de um câncer linfático, aos 48 anos de idade. Jeffrey Ross Hyman, seu nome de batismo, nasceu em 19 de maio de 1951. Joey era o mais carismátimo intregante da banda, esteve à frente dos Ramones desde o seu início em Nova York, em 1974, até a separação da banda, em 1996. Com 2,02 metros de altura, o mais alto da banda, ele foi um dos fundadores do grupo, ao lado do guitarrista Johnny Ramone que morreu em 15 de Setembro de 2004 com 55 anos , outro integrante da banda era Dee Dee Ramone que  também já faleceu em 05 de Junho de 2002, quando tinha 51 anos, o único Ramone vivo é o baterista Tommy que esta com 59 anos. O Curioso é que os três integrantes já mortos faleceram  em datas próximas e antes de completar 60 anos; Se cuida Tommy.

Joey Ramone morreu mais sua musica e o RAMONES são imortais: 
hey ho lets go !

terça-feira, 12 de abril de 2011

VOANDO ALTO no Show do U2 - 360º










Dizem que não existe vitória sem luta, e é verdade, neste último domingo realizei um sonho de ver o U2 ao vivo, pode parecer exagero, mais gosto mesmo de U2 a muito tempo, eles tem 30 anos de carreira e eu tenho 31 anos de idade, portanto cresci ouvindo as músicas desta banda, mesmo não conseguindo entender quase nada das letras do Bono devido a um Inglês muito capenga é incrível como as músicas me soam familiares e é perceptível quando falam de amor, sentimentos nobres e a idéia de movimento que passa a musica do U2; acho que isso não acontece só comigo e talvez seja um dos ingredientes que fazem o sucesso da banda, junto é claro com o carisma do Bono, os acordes inconfundíveis da guitarra do the Edge e o engajamento político a favor da paz e igualdade no planeta.

Depois de ter acordado as 08 da manhã saído da terrinha as 10:30 chegado ao 12:00 no Morumbi para pegar a fila de entrada, ter andado kilometros para comprar um lanche,ter ficado excitado ao ouvir a passagem de som do lado de fora e se sentir aliviado ao ver na máquina de leitura digital: "LIBERADO" e corrido muito quando os portões abriram as 15:00 horas para pegar um bom lugar perto do palco, enfrentado chuva, fome e espera até as 19:30 quando o MUSE começou a tocar o cansaço era grande mais no momento em que U2 entrou no palco as 21:30 ele desapareceu e foi só emoção, emocionante e recompensador assistir a mais de 2 horas de Show: olhar para o lado e ver as pessoas se emocionando e muitas, muitas mesmo até chorando. Claro que não estava sozinho nessa empreitada, estava com grandes amigos e com meu amor também.

Por fim cheguei na minha casa as 02:30 da madrugada de segunda-feira cansado mais contente, Não a vitória sem luta, e assistir a este show pra min foi voar alto.


Falando sobre o set list do show de domingo: 1. Even Better Than The Real Thing - 2. Out Of Control - 3. Get On Your Boots - 4. Magnificent -5. Mysterious Ways - 6. Elevation - 7. Until The End Of The World - 8. I Still Haven't Found What I'm Looking For -9. Pride (In The Name Of Love)- 10. North Star - 11. Beautiful Day + Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (trecho) + Blackbird (trecho) - 12. Miss Sarajevo - 13. Zooropa - 14. City Of Blinding Lights + Singing In The Rain (trecho)- 15. Vertigo + Helter Skelter (trecho)- 16. I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight + Relax (trecho) + Two Tribes (trecho)- 17. Sunday Bloody Sunday - 18. Scarlet - 19. Walk On + You'll Never Walk Alone (trecho)- 20. One - 21. Amazing Grace (trecho) + Where The Streets Have No Name Encore: - 22. Ultraviolet (Light My Way) - 23. With Or Without You - 24. Moment Of Surrender

Foi quase perfeito, pois se tratando de U-2, parece que sempre fica faltando alguma música porque eles tem tantas legais que na verdade pra tocar em um Show, ainda que somente as que fizeram mais sucesso seria impossível, mais tem duas musicas que eu gosto bastane e gostaria de ter visto uma é New Years Day de 1983 e outra musica que eles também não tocaram é do 1º CD do U2 neste milênio, trabalho de 2001 - All That You Can't Leave Behind e a música é In a Little While, que Bono dedicou a Joe Ramone na ocasião da morte do vocalista dos Ramones em 15 de Abril de 2001.

In a Little While:



TRADUÇÃO: In a Little While = Daqui a pouco

Daqui a pouco
Certamente você será minha
Daqui a pouco... eu estarei lá
Daqui a pouco
Esta ferida não vai mais doer
Eu estarei em casa, amor

Quando a noite dá uma respiração profunda
E a luz do dia não tem mais ar
Se eu me arrastar, se eu me arrastar para casa
Você estará lá?

Daqui a pouco
Eu não serei levado pela brisa
Sexta à noite correndo para o domingo de joelhos
Essa garota, essa garota, ela é minha
Bem eu a conheço desde,
Desde que ela era
Uma pequena garota com olhos de espanhola
Quando a vi num carrinho de bebê pelo qual eles a empurravam
Meu Deus, como você cresceu
Bem isso foi, isso foi... há um momento atrás

Ooh ooh ooh ooh ooh ooh
Faça meu coração bater mais devagar

O homem sonha um dia em voar
O homem pega um foguete para o céu
Ele mora numa estrela que está morrendo na noite
Ele segue o rastro, o dispersar da luz

Acenda... Acenda... você me acende... (= você me excita)

Faça meu coração bater mais devagar
Devagar, devagar, amor
Faça meu coração bater mais devagar
Devagar, devagar...

quarta-feira, 30 de março de 2011

A Montanha

por Flavia Guerra

Há quem diga que todos os filmes de guerra já foram feitos, que filme de guerra virou gênero clichê. E que o Brasil não sabe fazer nem mesmo guerra, que dirá um filme de guerra. Vicente Ferraz e sua equipe tentam derrubar todos os clichês com A Montanha, longa-metragem sobre os bastidores da participação dos pracinhas brasileiros na 2.ª Guerra – um episódio histórico traumático para as famílias dos participantes e ainda hoje pouco esclarecido. Diretor do premiado Soy Cuba, o Mamute Siberiano, Ferraz decidiu rodar o filme em solo italiano, real cenário da luta dos soldados brasileiros, numa coprodução que uniu três países: Itália (Verdeoro) e Portugal (Stopline Films), que entram com 40%, e o Brasil (Primo Filmes e Três Mundos Produções), com 60%. Do elenco, liderado pelos brasileiros Daniel de Oliveira (Cazuza, Zuzu Angel), Julio Andrade (Cão sem Dono e Hotel Atlântico), Thogum (Filhos do Carnaval, Tropa de Elite, Bruna Surfistinha) e Francisco Gaspar (A Casa de Alice, Caixa 2), participam o italiano Sergio Rubini, o alemão Richard Sammel e o português Ivo Canelas.

A batalha de comandar mais de 60 profissionais de nacionalidades diferentes, num ambiente pouco familiar e descobrir o lugar do Brasil no conflito que mudou a ordem social parece, ironicamente, manter semelhanças com a luta narrada em A Montanha. Sem contar a batalha que ainda será travada para arrecadar R$ 3 milhões dos R$ 8 milhões previstos no orçamento do filme.

Na 2.ª Guerra, o Brasil uniu-se aos aliados, ao lado dos EUA, Inglaterra e França, contra os países do Eixo – Alemanha, Itália e Japão. A Força Expedicionária Brasileira enviou à Itália mais de 25 mil soldados, a maioria jovens pobres e despreparados que tiveram, quase de repente, de aprender a combater e a conviver com o frio, o medo e com um idioma estrangeiro. No filme, quatro pracinhas perdem-se na neve e acabam encontrando um correspondente de guerra e dois soldados desertores: um italiano que quer se juntar à resistência e um alemão cansado da guerra. Assim, passam a formar um estranho grupo de deserdados de várias nacionalidades.

O Estado acompanhou a equipe de filmagem nos Alpes italianos, na região de Friuli-Venezia Giulia, quase fronteira com a Eslovênia, com a tão almejada paisagem nevada, essencial para as principais sequências do filme. Ali, a pequena cidade de Aviano abriga a base da equipe do filme, e também a base do Exército americano e da Otan. Enquanto o filme era rodado, tropas americanas se preparavam para o ataque aéreo na Líbia. A movimentação militar local podia ser sentida nas entrelinhas de um inglês pronunciado tão naturalmente quanto naturalmente também há mais ‘american dinners’ que trattorias italianas na cidade.

EMOÇÃO NO SET
Aqui, o dia começa na noite anterior

Nada é óbvio quando o Brasil decide fazer um filme de guerra. Muito menos a rotina de filmagens. Nos dias em que o Estado passou no QG da equipe do filme, seguindo a agenda espartana de filmagens, foi possível entender por que o lugar-comum de que nada é mais emocionante, entediante e estressante que um set de filmagens. Se é grande a emoção de escutar um “ação”, o tédio da repetição de cenas (filmadas de vários ângulos para “opções de montagem”), da espera de um avião atravessar o céu ou de um cachorro latir são tão grande quanto. O estresse de lutar a cada dia contra imprevistos de toda a natureza é imenso. Queixas existem, mas ninguém deixava o campo de batalha e todos se sentem felizes ao fim de cada jornada. “O Vicente (Ferraz) é um apaixonado e essa paixão contamina a todos. Disso é feito cada dia nosso”, comenta o ator Daniel de Oliveira.

O dia em A Montanha começa, na verdade, na noite anterior, quando todos recebem a “Ordem do Dia” seguinte. Por volta das 5 e meia, o despertar e, às 6 e meia, seguem para o set, que variava de cidades improváveis incrustadas nos montes a descampados nevados, à mercê de todas as intempéries possíveis no fim de inverno dos Alpes. Ferraz, mais a diretora assistente Joana Mariani, o diretor de fotografia Carlos Arango de Montis e a continuista Renata Rodarte, vão sempre na frente, discutindo os planos para aquele período. A chegada ao set não conta com improvisos, mas sempre pede soluções rápidas para questões como “se chover”, “se nevar”, “se a luz cair antes de terminarmos”, e “se estourarmos o tempo”.

Enquanto isso, o elenco se prepara na sartoria. O pequeno exército de atores é submetido a uma maratona de troca de roupas, maquiagem, sporcheria (para sporcar, sujar ‘de real’ os uniformes), adereços… Para encarar as duras condições de guerra, eles contavam com truques que incluíam desde a técnica de enrolar os pés com papel toalha para mantê-los secos e ‘vivos’ até a troca de meias nos intervalos de filmagem.

Novembro de 1944

Soldados da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo, na Itália, onde travaram batalhas decisivas, são cumprimentados por seus atos de bravura pelo general Crittenberger, comandante do IV Corpo, e pelo general Mascarenhas, comandante da FEB


CHORO E CHUVA
O alívio domina fim das filmagens

Tropas prontas, era hora de partir para a batalha do dia. Hoje, a cena em questão é crucial: o fim da guerra. Coincidentemente, um dos últimos dias de filmagem, o “dia do fim da guerra”, o roteiro não previa chuva. Mas como a natureza é protagonista em A Montanha, uma chuva digna dos trópicos cobre a pequena cidadela de Polcenigo esta manhã. “Está sempre ensolarado quando os americanos chegam. Com este temporal, a alegria vai parecer melancolia”, observa um das dezenas de figurantes do momento em que a cidade de San Giusto para, vendo os tanques passarem. Mas nem a chuva é capaz de atrapalhar o planejamento. Documentarista experiente, Ferraz assume o “fator real” em sua “ordem do dia” e segue adiante. Equipe abrigada em longas capas de chuva, pés molhados e congelados, lentes da câmera que embaçam a todo momento, uniformes encharcados… Tudo vai ficando pronto até que se escuta mais uma vez: “Silêncio, partito, giriamo, ação!”

A guerra e o dia terminam. Há palmas, choro, chuva. Há alívio e um sorriso no rosto de cada um dos que testemunharam aquele “dia de Fitzcarraldo à brasileira”. Satisfeito, Vicente? “Satisfeito. Ainda não acabou, mas agora falta pouco. Depois de um dia como este, sei que vamos conseguir terminar.” Como diz o mote do filme de Werner Herzog, “quem sonha pode mover as montanhas”. Ferraz e equipe sonharam alto e, nas últimas seis semanas, subiram e moveram montanhas de diversas naturezas. Como naquele “dia de fim de guerra”, a luta trouxe felicidade à equipe que encarou neve, chuva, granizo, vento, sol, imprevistos de toda sorte.

De volta a Roma, a batalha da subida foi vencida, mas agora é hora de descer com calma. “Não foi fácil botar este filme na lata. Mas quem disse que guerras são fáceis? Agora é levar o filme para as telas”, diz Ferraz. Para esse comandante e equipe de pós-produção, a luta continua. Se ainda algum clichê de guerra aqui cabe, este é “Hasta la vitoria, siempre!” A Montanha deve estrear ainda este ano.

FONTE: O Estado de São Paulo, via Notimp
 A M ontanha:

sexta-feira, 4 de março de 2011

EM SUA DIREÇÃO...


















O asfalto é engolido em segundos
pelas rodas do desejo e da emoção
sinto a companhia de Deus na garupa
a morte que me acompanha
a falta de suas mãos em minha cintura
integrando a máquina como uma mistura
de sangue e gasolina.

Corro para escapar do mundo
que pode me derrubar em segundos
em cada curva em cada reta protejido
pela certeza, pelas mãos do anjo,
pela imagem de seu rosto que reflete
nas nuvens, no sol, na lua, no asfalto

E no sentido contrário histórias de vida
passam por min...acelero fundo até sentir
o coração batendo, me sinto vivo,
Sinto a esperança o sangue corrento na veia
o ronco interrupto no movimento do meu corpo
contornando as curvas que me levam as suas
vejo um mundo que em segundos não exite mais
com o calor que me espera em seus braços
e os pensamentos que em frações de segundo passam
como um filme em minha mente espanto os instantes
em que a solidão esta presente em minha alma cheia de luz
que irradia de seus olhos continuos na linha que me leva
a paz ao descanso ao prazer, que me levam em sua direção...
A estrada é longa, mas a vontade é maior e o amor infinito.

Rodrigo - 24/08/1999

Faleceu o Último Veterano Americano da 1º Guerra




Frank Buckles
(01/02/1901 - 27/02/2011)

Faleceu no último dia 27 de fevereiro em Charles Town, West Virginia, EUA, de causas naturais aos 110 anos de idade, o último veterano americano da Primeira Guerra Mundial, Cabo Frank Woodruff Buckles.

Nascido em Bettani, Missouri, Buckles tinha apenas 16 anos quando os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial em agosto de 1917. Ele mentiu diversas vezes sobre sua idade - dizendo ter 18 - para alistar-se, mas foi recusado repetidas vezes. Finalmente, ele resolveu contar uma mentira ainda maior - dizendo ter 21 - e dessa vez o recrutador deu-lhe sinal positivo.

Buckles embarcou para a Europa ainda em 1917, a bordo do RMS Carpathia - o mesmo navio que resgatara os sobreviventes do RMS Titanic cinco anos antes. Servindo na Inglaterra e França, Buckles tornou-se motorista de ambulância e motocicletas junto ao 1º Destacamento de Fort Riley, e numa de suas missões de ligação, conheceu o comandante das forças americanas na França, General John Pershing. Quando se deu o Armistício em novembro de 1918, ele passou a escoltar prisioneiros de guerra alemães de volta para a Alemanha. Buckles foi enviado de volta aos EUA e passou para a reserva em 1920.

Em 1940, Buckles passou a trabalhar para uma empresa de navegação em Manila, nas Filipinas. Com a invasão japonesa do arquipélago em 1942, ele foi enviado para o campo de prisioneiros de Los Baños, onde passou os próximos três anos e meio. Buckles perdeu muito peso e contraiu diversas doenças tropicais, mas manteve durante todo o tempo os colegas ativos por meio de um programa de exercícios. Ele somente foi libertado em 23 de fevereiro de 1945. Após a Segunda Guerra Mundial, ele mudou-se para San Francisco e lá casou-se em 1946. Na década de 1950, aposentou-se e comprou uma fazenda na West Virginia, onde criava gado. Em fevereiro de 2008, com a morte de Harry Richard Landis, Frank Buckles tornou-se o último veterano americano da Primeira Guerra Mundial ainda vivo. No ano anterior, a França condecorou-o com a Legião da Honra, e ele foi recebido na Casa Branca pelo presidente George W. Bush.

Ao completar 110 anos de idade em 1 de fevereiro de 2011, Buckles atingiu o status de "supercentenário", e ainda dava entrevistas. Ele será enterrado com todas as honras militares no Cemitério Nacional de Arlington. Com sua morte, restam apenas dois veteranos da Primeira Guerra ainda vivos: Florence Green (110 anos) e Claude Choules (109 anos).

Via: saladeguerra.blogspot.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ÍRON SKY

Em 1945 os nazistas perderam a Guerra e se refugiaram no Lado Negro da Lua ???
e em 2018...

VEJA o Trailer:

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mapa da progressão da 2ª Guerra Mundial

Mapa da progressão da 2ª Guerra Mundial, desde o início até o final. Em AZUL, são os aliados, contando com os que estavam desde o início com os que foram se incorporando. Em VERMELHO é a União Soviética. Em PRETO as forças do Eixo, Alemanha, Itália e Japão, e os territórios que ganharam e depois foram perdendo.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Quando o Rio encontra o mar..











Diz-se que,
mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada:
os cumes,
as montanhas,
o longo caminho sinuoso através das florestas,
através dos povoados,
e vê À sua frente um oceano tão vasto
que entrar nele nada mais é
do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano
é que o medo desaparece,
porque apenas então o rio saberá
que não se trata de desaparecer no oceano.
Mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento
e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós.
Só podemos ir em frente e arriscar.

Avance firme e torne-se Oceano!!!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Richard Winters (21/01/1918 - 02/01/2011) - PARA SEMPRE HERÓI



Verdadeiro Lider, exemplo de coragem...


Faleceu no último dia 2 de janeiro de 2011 em Palmyra, Pennsylvania, EUA, de causas naturais aos 92 anos de idade, o famoso comandante da Easy Company, Major Richard "Dick" Winters.

Nascido em Ephrata, Pennsylvania, Winters trabalhou numa série de empregos para pagar sua faculdade, na qual graduou-se em junho de 1941. Na esperança de encurtar seu tempo de serviço militar, ele decidiu alistar-se no Exército em 25 de agosto daquele ano, passando pelo treinamento básico na Carolina do Sul. Com o ataque japonês a Pearl Harbor, as coisas mudaram de figura, e Winters foi selecionado para a Escola de Aspirantes a Oficial em abril de 1942, e lá conheceu seu futuro colega de guerra Lewis Nixon. Comissionado Segundo Tenente em julho, ele decidiu juntar-se à infantaria paraquedista, recebendo ordens para se apresentar ao 506º Regimento de Infantaria Paraquedista em Camp Toccoa, Georgia. Lá, Winters recebeu o comando do 2º Pelotão da Companhia E ("Easy Company"), e ganhou o respeito dos soldados devido à sua competência e espírito de liderança.

Chegando à Inglaterra em setembro de 1943 - já como parte da 101ª Divisão Aerotransportada - o 506º Regimento iniciou uma dura fase de treinamento em Wiltshire, que resultou no crescimento de tensões entre Winters e o comandante da Easy Company, Capitão Herbert Sobel. Winters duvidava da capacidade de Sobel de exercer liderança em situações de combate, e sua opinião era compartilhada por muitos sargentos da unidade. Após uma troca de acusações e um manifesto oficial dos sargentos, o comandante do 506º, Coronel Robert Sink, decidiu remover Sobel e substitui-lo pelo Primeiro-Tenente Thomas Meehan III.

Durante os saltos noturnos que precederam o desembarque na Normandia, o avião que levava Meehan foi derrubado pela antiaérea alemã, e Winters passou a atuar como comandante da Easy já no dia 6 de junho de 1944. Neste mesmo dia, ele liderou um ataque a uma bateria alemã de obuseiros 105 mm que atiravam sobre a praia de Utah. O exemplar assalto coordenado por Winters, conhecido como Ataque de Brécourt Manor, ainda é ensinado na academia de West Point como exemplo de ataque à posições fixas. Com apenas 13 homens, ele destruiu a posição inimiga, guardada por 50 soldados, e ainda capturou um mapa das defesas alemãs na área. Por esta ação ele foi condecorado pelo General Omar Bradley com a Distinguished Service Cross e promovido a Capitão.

Em setembro, a 101ª tomou parte na Operação Market-Garden, saltando sobre a Holanda. Numa encruzilhada, os paraquedistas entraram sob fogo de metralhadora alemã. Winters fez um reconhecimento e chamou o restante de seu pelotão para auxiliar no ataque à posição defensiva alemã. Embora tenha estimado a defesa inimiga em cerca de 50 homens, na verdade Winters concluiu com sucesso um ataque a uma força de 300 soldados alemães. Pouco depois, ele foi promovido a Oficial Executivo do 2º Batalhão, e nessa posição tomou parte na defensiva da cidade de Bastogne, na Bélgica, durante a ofensiva alemã de dezembro de 1944. Segurando a cidade contra uma força alemã muito maior, a 101ª sofreu muitas baixas, mas resistiu por uma semana até a chegada das tropas do 3º Exército do General George Patton. Em março de 1945, Winters recebeu o comando do 2º Batalhão, liderando-o por um período de relativa pouca atividade, desde o Reno até a Bavária no fim de abril. No começo de maio, ele recebeu a ordem de capturar Berchtesgaden, o retiro montanhês de Hitler. No dia 5, a Easy Company chegou ao Ninho da Águia, a casa construída para o Führer no topo das montanhas bávaras.

Após a guerra, Winters foi trabalhar com seu amigo Nixon até 1951, quando foi reconvocado para serviço ativo durante a Guerra da Coreia. Winters treinou oficiais por algum tempo, entrando para a reserva novamente em 1952. Casado e pai de dois filhos, ele abriu uma empresa de insumos agropecuários em Hershey, Pennsylvania, atuando como fornecedor por todo o estado. Em 1992, foi entrevistado pelo historiador Stephen Ambrose para seu livro "Band of Brothers: Easy Company, 506th Regiment, 101st Airborne from Normandy to Hitler's Eagle's Nest", que foi transformado pela HBO na mundialmente famosa minissérie "Band of Brothers" em 2001. Apesar da saúde frágil de seus últimos anos, bem como uma dura batalha contra o Mal de Parkinson, Dick Winters continuou o quanto pôde a participar de eventos públicos, e recentemente uma campanha foi iniciada para construir uma estátua sua na Normandia. William "Wild Bill" Guarnere, que serviu sob o comando de Winters na Easy, disse: "Quando ele dizia 'vamos', ele estava bem na frente. Nunca ficava para trás. Era um líder personificado".

Desejando apenas uma cerimônia simples para a família e amigos, Dick Winters pediu que seu falecimento fosse mantido em segredo até que o enterro fosse realizado, o que aconteceu no dia 8 de janeiro de 2010. Ele deixa esposa (Ethel) e dois filhos (Tim e Jill).


O Major Winters sendo homenageado no Ridgway Hall, setembro de 2004.


Winters interpretado pelo ator Damian Lewis na minissérie "Band of Brothers".


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Herói Esquecido

Apesar do apelo de familiares, Itamaraty não planeja identificar o corpo do único soldado brasileiro enterrado em monumento na Itália

Mateus Parreiras

Sob uma placa de bronze em Pistoia, na Itália, o único combatente do Brasil na Segunda Guerra Mundial ainda enterrado no Memorial do Soldado Brasileiro está à espera de identificação até hoje.

Os corpos reconhecidos de 449 pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira), mortos na guerra, foram transferidos para o Rio de Janeiro há 50 anos, onde as famílias puderam homenageá-los e deles se despedir.

Desde que foi encontrado, em 1967, 23 anos após o término da guerra, pouco foi feito pelo governo do Brasil para identificar o combatente esquecido.

Hoje, uma amostra de seus restos mortais preservados poderia ter o DNA comparado ao dos parentes vivos dos 16 brasileiros desaparecidos no conflito, mas o Itamaraty informa ainda não ter planos para isso.

“O governo nunca fez esforços maiores para com a memória desses guerreiros”, diz a telefonista gaúcha Luciana Chimango, sobrinha-neta do desaparecido cabo Fredolino Chimango.

“Seria muito importante para nossa família se o DNA fosse feito. Ainda temos parentes muito próximos e vivos que ficariam felizes.”

O último representante da FEB ainda enterrado num cemitério italiano se tornou o “soldado desconhecido”, um símbolo junto ao memorial erguido na cidade toscana, em 1959.

“O soldado desconhecido representa todos os brasileiros que vieram aqui lutar pela paz”, afirma o guardião do memorial mantido pelo Itamaraty, Mário Pereira, filho do ex-combatente que recebeu a missão de zelar pelo cemitério, o sargento Miguel Pereira -morto em 2003.

Ele diz conservar o monumento para que os feitos da FEB não sejam esquecidos.

DESCOBERTA

Em 1944, o Brasil enviou 25.334 soldados à Itália para lutar ao lado dos Aliados -americanos, ingleses, franceses e soviéticos- contra o Eixo, formado por alemães, italianos e japoneses.

Ao final da guerra, em 1945, 465 dos combatentes brasileiros tinham morrido e 23 estavam desaparecidos. “Meu pai ajudou a localizar oito desaparecidos, restando apenas 15 e um não identificado”, conta Mário Pereira.

De acordo com ele, o soldado desconhecido só foi encontrado em 10 de maio de 1967, quando um idoso da cidade de Montese compareceu a uma solenidade militar brasileira e disse que sabia onde estava o corpo.

O italiano disse aos militares que, durante uma batalha na cidade de Montese, encontrou um soldado brasileiro morto na mata.

Como passava por dificuldades por causa da guerra, roubou-lhe as botas e o relógio e depois o enterrou com a ajuda do pai, em meio a escombros, naquela cidade.

A ossada encontrada sob um monte de entulho tinha vestígios de fardamento brasileiro, mas não estava com as plaquetas de identificação dos soldados e nem portava documentos.

Uma das teorias na época do descobrimento dos restos mortais era de que se tratava do tio-avô de Luciana Chimango, um dos desaparecidos na área.

O atual guardião do memorial se diz contrário à exumação do corpo.

“Acho que hoje, para a família, a importância de enterrá-lo no Brasil é menor do que a de manter um herói desconhecido representando o país e os colegas na Itália”, diz Mário Pereira.

FONTE: Folha de São Paulo, via NOTIMP


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

F1 nostalgia

















Skol - 80, Emerson Fittipaldi, Fittipaldi F8, Cosworth, Brands Hatch, Grã-Bretanha


Se andava bem? Não sei, mais com certeza os pneus eram bem redondos.... que merda heinn !!!

Bobagens a parte fica ai a dica deste excelente blog: F1nostalgia, muito legal mesmo, fotos de bólidos antigos, histórias e curiosidades de épocas romanticas da Fórmula 1.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

MUSICA: Voices Macross Plus

Olá “internet”; Hoje vou dar inicio a uma série de postagens com traduções de músicas do Anime japonês Macross; no Japão as trilhas sonoras de Animes fazem muito sucesso e praticamente todos animes possuem a sua trilha. No Brasil não se tem este costume mais no passado, nos "gloriosos" anos 80, tivemos músicas sobre desenhos que fizeram muito sucesso, o Grupo musical infantil “Trem da Alegria” "bebeu muito dessa fonte "com musicas sobre desenhos como "THUNDERCATS" de 1985 e "He-Man" de 1982. Só que uma grande diferença é que no caso dos animes Japoneses a maioria dos temas são mais adultos e sérios e por isso as musicas também.

Especialmente falando de Macross as músicas desta franquia, desde a série original de 1982 , sempre fizeram sucesso; na minha opinião é porque Macross alem de ser uma série de ação e ficção cientifica é essencialmente um anime que sempre tratou de temas como relacionamentos ,amor, esperança, escolhas, etc... Acredito que por isso as melodias e letras sempre foram muito bem elaboradas.

Mas vamos lá então: Primeiro uma das minhas favoritas: VOICES do aclamado Macross Plus de 1994 - (Abaixo em vermelho a tradução)


A
primeira palavra em meus sonhos
Eu podia ver claramente
Planeta Eden alto além dos céus

Bonito e triste
É esta história que eu vou dizer
dos viajantes alados ansioso

'Era um dia
o vento o guiava para onde ir
como uma alta acima da águia voou

Acenando lá de baixo
ele voou para fora da vista
na escuridão mística

Nem um sorriso, nem um grito
Eu dei quando ele deixou
sentindo meu baço declínio

E esperando
um dia nós sobrevoar
de volta para os lugares que compartilhamos

Quando o navio deslizar
em ondas de seda e de ouro
no fundo do abismo planeta tais mentiras

Cercado por este universo
de amor e ódio
quebras de confusão através de e habita.

Lançou um feitiço, a partir do velho livro de magia.
Defina um caminho.
Na caixa de magia negra, algo estranho vai acontecer,
irá levá-lo até agora.
Então tente ...
Podemos voar
temos asas
podemos tocar os sonhos flutuantes
Chame-me de tão longe
através do vento à luz

Alguém veio da escuridão mais das estrelas.
Proteger meu coração de tanto chorar.
Retomados pela minha surpresa viajante retornou.
O que deu errado? Por que ele mudou?

LETRA ORIGINAL EM JAPONêS

Hitotsume no
kotoba wa yume
nemuri no naka kara
mune no oku no kurayami wo sotto
tsuredasu no

futatsume no kotoba wa kaze
yukute wo oshiete
kamisama no ude no naka e
tsubasa wo aoru no

tokete itta kanashii koto wo
kazoeru you ni
kin 'iro no ringo ga
mata hitotsu ochiru

mita koto mo nai fuukei
soko ga kaeru basho
tatta hitotsu no inochi ni
tadoritsuku basho

furui mahou no hon
tsuki no shizuku yoru no tobari
itsuka aeru yokan dake

we can fly
we have wings
we can touch floating dreams
call me from so far
through the wind
in the light

mittsume no kotoba wa hum ..
mimi wo sumashitara
anata no furueru ude wo
sotto tokihanatsu

EM INGLÊS: Quem quiser conferir neste video aparece a tradução em inglês na legenda:



Pra baixar Voices em formato MP3 clique aqui